<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Projeto: A Terra &#187; Contemporary</title>
	<atom:link href="http://www.aterra.com.br/tag/contemporary/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.aterra.com.br</link>
	<description>Pelas Lentes de André Corrêa</description>
	<lastBuildDate>Fri, 01 Oct 2010 01:31:43 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.2</generator>
		<item>
		<title>A Miséria na Terra ~</title>
		<link>http://www.aterra.com.br/a-miseria-na-terra/</link>
		<comments>http://www.aterra.com.br/a-miseria-na-terra/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Jan 2009 16:04:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Adventure]]></category>
		<category><![CDATA[André Corrêa]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Artesanato]]></category>
		<category><![CDATA[Aventura]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Brazil]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporary]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporâneo]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Culture]]></category>
		<category><![CDATA[Earth]]></category>
		<category><![CDATA[Fome Zero]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Fotojornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Interdependência]]></category>
		<category><![CDATA[Karina Viveiros]]></category>
		<category><![CDATA[Miséria]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<category><![CDATA[Photographer]]></category>
		<category><![CDATA[Photography]]></category>
		<category><![CDATA[Photojournalism]]></category>
		<category><![CDATA[Photos]]></category>
		<category><![CDATA[Planet]]></category>
		<category><![CDATA[Planeta]]></category>
		<category><![CDATA[Pobreza]]></category>
		<category><![CDATA[Senhora]]></category>
		<category><![CDATA[Terra]]></category>
		<category><![CDATA[World]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aterra.wordpress.com/?p=407</guid>
		<description><![CDATA[O &#8220;Prato Vazio&#8221; é o símbolo da Miséria na Terra Inúmeros índices são utilizados para medir o índice de pobreza no mundo. O Banco Mundial define a pobreza extrema aquela em que o indivíduo sobrevive com menos de 01 dólar por dia. Estima-se que 01 bilhão e 100 milhões de pessoas em todo o mundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<dl class="wp-caption aligncenter">
<dt class="wp-caption-dt"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3518/3228882755_27bfb1b472.jpg?v=0" alt="" width="480" height="329" /></dt>
<dd class="wp-caption-dd">O &#8220;Prato Vazio&#8221; é o símbolo da Miséria na Terra</dd>
</dl>
</div>
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">Inúmeros índices são utilizados para medir o índice de pobreza no mundo. O Banco Mundial define a pobreza extrema aquela em que o indivíduo sobrevive com menos de 01 dólar por dia. Estima-se que 01 bilhão e 100 milhões de pessoas em todo o mundo tenham consumo inferior à 1dólar/dia.</p>
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">Dos 183,9 milhões de habitante do Brasil, 9,3% se encontram no Índice de Pobreza Humano (IPH). O índice é representa as carências quanto ao desenvolvimento humano relativos ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).</p>
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">Apesar dos inúmeros programas do governo brasileiro, como a Bolsa-Família ou o instinto programa Fome Zero, a situação Brasileira não mudou muito com o anos. A mortalidade infantil ainda continua alta: no Brasil, são 25,6 mortes para cada mil nascimentos, enquanto em países desenvolvidos esse número cai para 5 mortes para cada mil nascimentos.</p>
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">Segundo o IPEA, o Distrito Federal apresenta a maior renda per capita do país: mais que o dobro da média nacional. Já o IBGE, classifica a capital capixaba com a maior renda per capita no Brasil.</p>
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">O relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a qualidade de vida, mostra o Brasil na 69ª posição. Países como Cuba, México e Uruguai estão na frente do Brasil. Entretanto, o país considerado pior para se morar é Níger na África, na 177ª posição. Acima dele estão estão Serra Leoa, Mali, Burkina Fasso, Guiné-Bissau, República Centro-Africana, Chade, Etiópia, Burundi, Moçambique e República Democrática do Congo, que ficou no 167o lugar.   Para a ONU os países africanos estão no final da lista devido a propagação da AIDS.</p>
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">
<h2 style="text-align: center; margin: 0 0 .0001pt;">Aparecida</h2>
<h3 style="text-align: center;"><img title="Aparecida e suas duas tias" src="http://farm4.static.flickr.com/3260/3209064603_7d1356da6e.jpg?v=0" alt="" width="480" height="325" /></h3>
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">Imagine uma criança com menos de 1 ano de vida morar em um acampamento na Capital Federal junto a sujeira, lixo, fezes, urina, resto de comida e estar sujeito a contrair doenças transmitidas por ratos (como a Leptospirose).</p>
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">Imagine ter que pedir dinheiro na rua para comprar medicamentos e alimentos. Em muitos casos, esse dinheiro é usado para a compra de bebidas alcoólicas. Esses casos não são  incomuns. É fácil encontrar histórias comuns ao se andar pelas áreas verdes da cidade.</p>
<h3 style="text-align: center;"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3453/3209066855_3c196c0baa.jpg?v=0" alt="" width="480" height="320" /></h3>
<p style="text-align: justify;">Aparecida é uma garotinha linda, com olhos verdes e super-simpática. Com seus poucos meses de vida já passa por toda essa situação descrita acima. Seus pais vieram de Feira de Santana a pé para tentar a vida em Brasília. Acreditaram que na capital poderiam crescer e conseguir algo melhor.  Existem milhares de brasileiros que vivem em situações como a de Aparecida e sua família</p>
<h3 style="text-align: center;"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3326/3209917698_a5d08c5f51.jpg?v=0" alt="" width="480" height="320" /></h3>
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">No final de 2008, o jornal Correio Braziliense publicou uma série de matérias sobre a prostituição infantil. Garotas de 13 e 14 anos na rodoviária da Capital usadas como objetos sexuais em plena luz do dia. O pouco dinheiro ganho (R$ 5,00) em muitos casos é para conseguir alimento e ajudar a família.</p>
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">
<p style="text-align: justify; margin: 0 0 .0001pt;">O Governo da Capital espalhou cartazes sobre a prostituição infantil (crime) e intensificou o policiamento durante pouco tempo. Depois de menos de um mês, já existem famílias que moram na rodoviária. Lá é onde as mulheres têm seus filhos e onde os pais a educam. É lá também onde as crianças ainda são abusas sexualmente em frente ao palácio que rege o governo do nosso país.</p>
<h3 style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3299/3209068031_73947f3ab2.jpg?v=0" alt="" width="480" height="320" /></h3>
<h3 style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3258/3209912206_1b2a25d584.jpg?v=0" alt="" width="480" height="320" /></h3>
<h3 style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3362/3209069513_98b54a12b7.jpg?v=0" alt="" width="480" height="320" /></h3>
<h3 style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3380/3209067371_b866cc3c1a.jpg?v=0" alt="" width="480" height="321" /></h3>
<h3 style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3475/3209912752_c975247062.jpg?v=0" alt="" width="480" height="320" /></h3>
<h3 style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3313/3209062947_f4bf721b54.jpg?v=0" alt="" width="480" height="320" /></h3>
<h3 style="text-align: center;"><img src="http://farm4.static.flickr.com/3479/3209071783_bbf3cca49d.jpg?v=0" alt="" width="480" height="259" /></h3>
<p style="text-align: justify;">O que poderia ser feito para melhorar a vida dessas pessoas? Não adianta apenas a dar comida&#8230; Como a vovó diria &#8220;é preciso ensinar a pescar e não dar o peixe&#8221;.  É preciso de incentivo do governo a educação e planos de moradia. No Brasil, o saneamento básico atinge apenas a 75% do território nacional, enquanto em países a Coréia do Sul, esse índice é de 91%.</p>
<h2 style="text-align: center;">Arte de Rua</h2>
<h3 style="text-align: center;"><img class="alignnone" src="http://farm4.static.flickr.com/3301/3229732296_15f68af219.jpg?v=0" alt="" width="480" height="320" /></h3>
<p style="text-align: justify;">Em Pirenópolis, um artista local expôs suas obras pela cidade mostrando a vida de menores abandonados. O trabalho de Da Rua é contemporâneo. Em uma pequena galeria ele expõe pinturas em quadros e esculturas. Já em prédios abandonados pequenas populações de estátuas de gesso representam os jovens moradores de rua.</p>
<p style="text-align: justify;">
<h3 style="text-align: right;">Texto: Karina Viveiros<br />
Fotografias: André Corrêa</h3>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p><a class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=A+Mis%C3%A9ria+na+Terra+%7E+http://px34w.th8.us" title="Post to Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.aterra.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter-micro3.png" alt="Post to Twitter" style="margin:0;" /></a></p></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.aterra.com.br/a-miseria-na-terra/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>4</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Escravidão Contemporânea ~ A Terra Terceiro Mundo.</title>
		<link>http://www.aterra.com.br/escravidao-contemporanea/</link>
		<comments>http://www.aterra.com.br/escravidao-contemporanea/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 20:01:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andre Correa</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Ensaios]]></category>
		<category><![CDATA[Adventure]]></category>
		<category><![CDATA[André Corrêa]]></category>
		<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporary]]></category>
		<category><![CDATA[Contemporâneo]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Culture]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Escravo]]></category>
		<category><![CDATA[Foto]]></category>
		<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Fotojornalismo]]></category>
		<category><![CDATA[Job]]></category>
		<category><![CDATA[Labor]]></category>
		<category><![CDATA[Minas Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Photography]]></category>
		<category><![CDATA[Photojournalism]]></category>
		<category><![CDATA[Photos]]></category>
		<category><![CDATA[Slave]]></category>
		<category><![CDATA[Slavery]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://aterra.wordpress.com/2008/12/17/semi-escravo-brasil-carvoarias/</guid>
		<description><![CDATA[Carvoeiro, upload feito originalmente por André Corrêa . O Brasil, assim como diversos outros países, ainda carregam em seus solos resquícios de uma das eras sombrias da Humanidade: A Escravidão. E hoje, a chamada Escravidão Contemporânea arrasta cerca de 12 Milhões de  Humanos de todas as raças escravizados por pessoas sem escrúpulos que só pensam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: center; padding: 3px;"><a title="photo sharing" href="http://www.flickr.com/photos/deh-correa/3066040767/"><img style="border: solid 2px #000000;" src="http://farm4.static.flickr.com/3141/3066040767_dcd107feb2.jpg" alt="" /></a></p>
<p><span style="font-size: .8em; margin-top: 0;"><a href="http://www.flickr.com/photos/deh-correa/3066040767/">Carvoeiro</a>, upload feito originalmente por <a href="http://www.flickr.com/people/deh-correa/">André Corrêa <img src='http://www.aterra.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </a>.</span></p>
</div>
<div style="text-align: justify; padding: 3px;">O <strong>Brasil</strong>, assim como <strong>diversos </strong>outros países, <strong>ainda </strong>carregam em seus solos resquícios de uma das eras <strong>sombrias</strong> da Humanidade: <strong>A Escravidão</strong>. E hoje, a chamada <strong>Escravidão Contemporânea</strong> arrasta cerca de <strong>12 Milhões </strong>de  Humanos de <strong>todas as raças</strong> escravizados por pessoas sem escrúpulos que só pensam no lucro. A Escravidão é uma &#8220;<strong>relação</strong>&#8221; trabalhista <strong>mais antiga</strong> que a própria humanidade. Outros <strong>Seres </strong>da <strong>TerrA</strong>, por pura <strong>ignorância</strong>, usam esse sistema trabalhista para sobreviverem.</div>
<div style="text-align: justify; padding: 3px;">Em um País <strong>imenso </strong>como o Brasil, sei que é difícil a <strong>fiscalização </strong>Federal. Mas os órgãos <strong>municipais</strong>, que estão ali&#8230; <strong>próximos ao problema</strong>, deveriam  se preocupar um pouco mais com essa situação. Não são apenas as <strong>Carvoarias </strong>e <strong>Canaviais </strong>que sustentam os regimes <strong>Semi-Escravo</strong> e <strong>Escravocrata </strong>no País.  Podemos citar outros casos envolvendo a <strong>Industria Têxtil</strong> e <strong>Siderúrgica</strong>. Segundo a <strong>OIT</strong>, cerca de <strong>25 mil Brasileiros </strong>ainda sofrem com o regime de trabalho análogo ao escravo, uma prática que movimenta <strong>32 bilhões de dólares </strong>em todo mundo.</div>
<div style="text-align: justify; padding: 3px;">
<p style="text-align: center;"><a title="Carvão por André Corrêa ;), no Flickr" href="http://www.flickr.com/photos/deh-correa/3066040627/"><img class="aligncenter" style="border: 2px solid black;" src="http://farm4.static.flickr.com/3168/3066040627_dc3ce4d4e5.jpg" alt="Carvão" width="333" height="500" /></a></p>
</div>
<div class="tweetthis" style="text-align:left;"><p><a class="tt" href="http://twitter.com/home/?status=Escravid%C3%A3o+Contempor%C3%A2nea+%7E+A+Terra+Terceiro+Mundo.+http://hfsrd.th8.us" title="Post to Twitter"><img class="nothumb" src="http://www.aterra.com.br/wp-content/plugins/tweet-this/icons/tt-twitter-micro3.png" alt="Post to Twitter" style="margin:0;" /></a></p></div>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.aterra.com.br/escravidao-contemporanea/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

