Pelas Lentes de André Corrêa

Posts Tagged ‘Planeta’

Make off! – Ensaio: Coloque uma criança na rua!

Fala pessoal! Acabei de receber as fotos que minha amiga Rachel Montenegro (Designer) fez enquanto eu fotografava a mulecada na favela! Ficaram emocionantes! Mais uma vez, o sorriso gigante da Ingrid está em cena!!

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Coloque um muleque na rua ;D

Sim, coloque um muleque na rua… Esse é o slogam de uma campanha muito legal, realizado por um centro evangélico localizado bem no centro de uma favela, aqui em BH. Muitas pessoas critícam muito essa religião, mas não sabem realmente o quão ela é importante pra nossa sociedade. De todas, a religião evangélica é a mais infiltrada nas favelas do BRASIL, e intervem positivamente na comunidade local mais do que qualquer outra instituição municipal/estadual/federal ou religiosa. E esse projeto é mais uma prova disso. O Trabalho deles é transformarem crianças de rua em verdadeiros atletas de maratona! No projeto, as crianças recebem muito carinho, ensino religioso, comida e um treinamento profissional além de terem a oportunidade de viajar o país correndo atrás de maratonas! Aos que vivem críticando os evangélicos, repessem o que realmente deve ser criticado.

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O Pastor e os Punks

De um lado, um Pastor empunhado de sua Bíblia. Do outro, um grupo Punk armado de suas ideologias. Os dois pregando as suas verdades incontestáveis.

Algo que adoro neste mundo são os contrastes. Não apenas das cores ou do preto e branco das fotografias. Os contrastes ideológicos são bastante intrigantes. Nesta cena, o pastor defende a liberdade humana através da Bíblia já os Punks procuram a liberdade no Anarquismo (que também já deve ter  lá o seu tratado). O interessante pra mim, é essa eterna busca humana pela liberdade, que afinal de contas, aonde ela está? Na religião? Na politica? No dinheiro? Na posição social? – Do meu ponto de vista, cada um encontrará a sua, a sua maneira, momento, circunstancias e principalmente: mérito. Uma discussão de ideologias tão diferentes (com todo respeito às duas ideologias) pode ser, no minimo, cômico! hehe

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Nas Feiras a gente encontra…

CD Pirata!

Cata-Ventos e outros brinquedinhos!

Franguinho de ponta-cabeça!

Franguinho de ponta-cabeça!

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Sobre o Mel, as Flores.

Não sou biólogo, nem quero me arriscar nesta área. Mas ainda me lembro das minhas aulas de biologia no colegial, hehe. Como amante da natureza, entendo as abelhas como um dos insetos mais importantes da Terra. Um inseto extremamente pacífico uma vez que não precisa matar para se alimentar o que, do meu ponto de vista, favorece bastante um comportamento amigável. Por mais que elas tenham ferrões em seus corpos, isso não faz delas seres peçonhentos, já que só o usam para se defender quando se sentem ameaçadas. Mesmos nos humanos somos cheios de ferrões (invisíveis), já abelhas possuem apenas um. Além disso, as abelhas fazem um trabalho fundamental na manutenção da vida na Terra. Um trabalho louvável que além de manter viva a própria espécie, contribui para a disseminação e reprodução de outras. Coisa que nós humanos deveríamos aprender com elas.

Não sei se vocês já viram um desenho animado da DreamWorks que se chama “A História de uma Abelha”. Vale muito a pena ver! Estou notando que os desenhos animados estão cada vez mais interessantes e servindo para conscientizar as novas gerações (e as velhas) do mundo que precisarão salvar! Abaixo segue o trailer do filme.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=puXINdXQgRo]

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Especial: Artesã Dona Zezinha

Neste post quero homenagear uma artesa em especial: Dona Zezinha. Mais uma vez, nos hospedamos em sua “Casa de Visitas” onde sempre fomos muito bem recebidos. Desta vez, já conhecendo o magnifico trabalho desta grande mulher, me preparei para fotografar suas peças, para que eu pudesse mostrar a vocês a belíssima arte que as mãos de D. Zezinha é capaz de produzir. Espero que gostem!

Se você se interessou pelo trabalho da artesã e quiser entrar em contato com ela é só me pedir via comentário ou e-mail (andrecorrea@aterra.com.br) que envio o telefone da D. Zezinha. Se fizer por comentário, deixe seu e-mail.

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A Morte, o melhor momento para meditar ~

Há duas semanas atrás, participei de outro retiro budista, em Casa Branca (MG). Novamente, o assunto principal era a morte. No Budismo, essa temática é essencial. Ouvi muitos ensinamentos preciosos expostos pela Lama Khadro. O Tema é tão intrigante, que resolvi fazer um compilado de textos a cerca do mesmo assunto. Espero que vocês possam compreender a essência de cada palavra escrita abaixo, e que possam pensar de forma positiva sobre a morte, a partir de agora. As fotos que seguem, ilustram o clima em que ensinamentos assim são expostos no templo. Que todos os seres possam se beneficiar.

Chagdud Khadro abençoando um Mala, upload feito originalmente por André Corrêa ;) .

Ironicamente, podemos descobrir que meditar sobre a morte não é, em nenhum sentido, um exercício mórbido.

Somente quando deixamos de contar com o benefício de algo que tínhamos como garantido (o telefone ou um olho, por exemplo) é que somos levados ao reconhecimento de seu valor.
Quando o telefone é consertado, ou quando a bandagem é removida do olho, por um breve período exultamos por tê-los de volta, mas logo os esquecemos novamente. Por tê-los como garantidos, deixamos de ter consciência deles.
Da mesma maneira, considerando-a garantida, deixamos de estar atentos à vida (já que ficamos aborrecidos e queremos que algo excitante aconteça). Ao meditar sobre a morte, paradoxalmente nos tornamos conscientes da vida.
Para começar, notamos como é extraordinário estar aqui. A consciência da morte pode nos sacudir e nos despertar para a sensualidade da existência. A respiração deixa de ser uma inalação rotineira de ar e torna-se ação pulsante de sorver a vida. O olho é estimulado para o jogo de luz, sombras e cores; o ouvido, para a intrincada mistura de sons.
É a isso que a meditação conduz. Permaneça com isso; repouse nisso. Note como a distração é uma fuga disso, uma maneira de evadir-se do admirável para nossas preocupações e nossos planos.
A questão central sobre a morte, existente em todas as tradições religiosas, é: quem é que morre? Jesus fala em ter de “morrer” para ganhar a vida eterna. Da mesma maneira, Buda disse que tinha atingido o “estado sem morte”, também chamado de “estado não-nascido”. Quem é que “não morre”?
Referências a um “estado sem morte” e a uma “vida eterna” nas tradições religiosas do mundo levantam uma questão a respeito das suposições materialistas tidas como certas no Ocidente. Somos inevitavelmente vítimas da morte?
As tradições espirituais apontam para uma realidade mais profunda na qual a vida após a morte é flexível. Quem é que morre? Enquanto me identificar com este corpo, eu vou morrer. Se eu me identificar com minha inteligência, minha educação, talentos e realizações, desejos, imaginação, projetos, empreendimentos, pensamentos e memórias, eu vou morrer. Todos os eventos mentais dependentes do sistema nervoso humano cessarão quando o sistema nervoso morrer. Sua mente e sua inteligência, dependentes do cérebro, morrerão quando o cérebro morrer.
O que não é dependente do corpo não pode morrer. Aquilo a que o Buda se refere como “sem morte” é a consciência pura — ampla, vívida e atenta, sem se agarrar ou se identificar –, a conscientização livre da identificação com o corpo e que observa as sensações surgirem e passarem, que observa os eventos mentais e os sentimentos, que observa todos os fenômenos surgindo e passando no espaço como nuvens que se dissolvem no céu. Se eu não estou identificado com este corpo, com as memórias, desejos ou sentimentos, quem morre?

O que fazer quando alguém morrer?!

• Estabeleça o refúgio e a boditchita
Quando um ser humano ou animal morre em nossa presença, devemos deixar de lado o choque, o pesar e outras emoções ou atividades que nos distraiam e pensar: “Este momento após a morte é uma oportunidade de liberação. Agora, vou oferecer o meu apoio nesta transição.” Devemos ter confiança nas bênçãos da nossa linhagem espiritual, na nossa compaixão, nos meios hábeis da nossa meditação e no carma positivo do falecido. O próprio fato de estarmos presentes em tal momento indica uma interdependência cármica. Assim, buscamos refúgio e invocamos o poder de nossa intenção e treinamento espirituais.
• Bata de leve no alto da cabeça
Se possível, bata de leve no chacra da coroa do falecido para direcionar a consciência sutil para cima. Evite tocar em outras áreas do corpo, especialmente nas solas dos pés, para evitar um movimento desfavorável da consciência para baixo. Contudo, se você não puder evitar que outros manipulem o corpo, não perca tempo com discussões. Ao invés disso, ponha em prática o seu método com atenção total.
• Sussurre no ouvido
A audição é o último dos sentidos a parar de funcionar, por isso é útil sussurrar no ouvido do falecido: “Agora que você respirou pela última vez, direcione a sua mente para a natureza absoluta de sabedoria e compaixão.” Também é benéfico sussurrar mantras, especialmente o mantra de Amitaba ou o mantra darani longo de Akshobia, logo após o último suspiro. Se a pessoa não for budista, talvez seja preferível fazer uma recitação mental, silenciosa.
• Powa e a meditação de Tara Vermelha para os mortos
Se você tiver feito o treinamento do Powa dos Três Reconhecimentos de Amitaba, deve iniciar a prática de transferência o mais cedo possível. Assim como a recitação de mantra, a prática de Powa pode ser feita baixinho ou em silêncio, ou, se for apropriado, até em um outro quarto.
Também é muito eficaz fazer a meditação de Tara Vermelha para os falecidos, incluída na prática concisa de Tara Vermelha. Essa prática, escrita por S.Ema. Chagdud Tulku Rinpoche, é uma prática de transferência no sentido de que através dela fundimos a consciência do falecido com a mente iluminada de Tara, que tem presente, acima de sua cabeça, Amitaba, o senhor da família Lótus. Contudo, para fazer essa prática é preciso ter a iniciação de Tara Vermelha.
• Outras preces e meditações para o momento da morte
Muitas sadanas longas contêm preces especiais para a transição do momento da morte que não requerem iniciação. No final da sadana de Powa, há uma prece a Amitaba; no final da Chuva de Bênçãos, há a “Ieshe Sanglam” a Guru Rinpoche. Será muito útil memorizar ou ter sempre consigo tais preces, pois não há como prever quando precisaremos delas.
As preces ao guru e à deidade meditacional apóiam a transição do falecido ao rodeá-lo com um ambiente de fenômenos puros. A dedicação do mérito gerado pela prática cria ainda mais benefícios.
• Avisar os lamas, as sangas e outros praticantes
No momento da morte podemos delegar a tarefa de avisar os mentores espirituais, amigos ou parentes, para que possamos nos concentrar na prática. O momento da morte pode provocar muita atividade, e nós, como praticantes, precisamos nos focar nas prioridades e oferecer aquilo que possa trazer maior benefício.
Se você pedir a alguém que avise os lamas, as sangas e os praticantes em retiro, deve em seguida mandar emails com o nome da pessoa, a relação dela com você, a idade, o local e as circunstâncias da morte dela. É apropriado fazer oferendas em nome do falecido e patrocinar lamparinas e cerimônias especiais. As sangas colocarão o nome do falecido em suas listas de preces, e este nome será lido quando fizerem a prática de Tara.
• Nunca é tarde…
Algumas práticas como a de Powa e as cerimônias tradicionais de 49 dias para os mortos devem ser realizadas dentro de um determinado período. Outras práticas, porém, podem ser feitas contanto que nos lembremos do falecido. Entre estas estão a prática de Akshobia , a oferenda de sur, o patrocínio de tsogs em nome do falecido, contribuições em nome dele para instituições que desenvolvam projetos humanitários ou espirituais e o salvamento da vida de animais que de outra forma morreriam logo. O mérito de nossas oferendas beneficia os falecidos onde quer que tenham renascido. Se tiverem despertado para o estado búdico, o mérito consuma a intenção deles.
Apesar de todos termos vivido e morrido através de inumeráveis renascimentos, nenhum de nós se lembra da experiência da morte. Não sabemos o que a morte realmente é. De acordo com os sutras, quando morremos ainda estamos totalmente conscientes de tudo o que está à nossa volta. Podemos ouvir a voz calma do médico ou os lamentos da nossa família. Podemos ainda ver pessoas se juntando ao redor de nosso corpo, tentando mover nosso corpo que agora está sem batidas de coração e respiração. Podemos nos preocupar com as várias coisas que necessitam ainda ser completadas. Podemos sentir a nós mesmos nos movendo entre nossa família e amigos, querendo dizer a eles o que deveriam fazer. Mas, todos estão cheios de tristeza e ninguém pode nos ver ou escutar.
No Reader’s Digest, saiu uma vez um artigo sobre a experiência de quase-morte de um homem. Um dia, enquanto dirigia, ele sofreu um grave acidente; o carro ficou completamente destruído, e ele morreu na hora. Quando a ambulância, os médicos, a polícia e sua família chegaram ao local, sua consciência já havia deixado seu corpo e ele se sentiu flutuando no ar. Podia ouvir um rumor, um grupo de pessoas discutindo sobre como o acidente ocorrera. Então ele foi até o oficial de polícia e tentou contar-lhe o que de fato ocorrera. Mas o oficial não podia nem vê-lo nem escutá-lo. A essa altura, ele só tinha sua consciência e já não tinha mais a posse de seu corpo. Finalmente ele tomou consciência de que estava flutuando fora de seu corpo, vendo seu próprio corpo como um observador. Em seguida, se encontrou passando, numa velocidade incrível, através de um túnel longo, escuro e estreito.
Uma outra pessoa também relatou sua experiência de quase-morte após sofrer um ferimento grave na cabeça e ser trazida de volta de seu leito de morte. Ela conta: “Lembro que minha cabeça fez ‘boom’ e perdi a consciência. Depois, senti apenas uma sensação de estar aquecido, confortável e em paz”. Isto porque no momento que nossa consciência deixa o corpo, ela não mais está confinada e pode sentir um nível de conforto e serenidade que não teria experimentado antes. Uma outra pessoa também disse o mesmo de sua experiência de quase-morte: “Quando estava morrendo, tive uma sensação extremamente boa e pacificadora”. Outro homem descreveu sua experiência dessa maneira: “Senti que estava leve como uma pluma. Eu voava livremente em direção a um mundo de luminosidade!”. A morte pode não ser tão amedrontadora e horrível como nós imaginávamos.
Nos sutras está escrito que nossa vida nesse mundo é incômoda e desajeitada, não diferente da situação de uma tartaruga curvada sob o peso de sua carapaça. Quando morremos, podemos nos livrar desse peso e transformar uma existência que estava confinada pelos limites do corpo físico. Porém, quando estamos diante da morte, a maioria de nós ainda tenta se apegar às sete emoções mundanas e aos seis desejos sensuais. Ainda não conseguimos nos desprender de nossos filhos, filhas, netos ou de nossos bens. Não queremos morrer e não aceitamos a morte graciosamente. Pensamos na morte como uma experiência dolorosa, como quando se rasga o casco de uma tartaruga viva. O Budismo não compartilha dessa visão da morte. O Budismo nos ensina que quando morremos, nos libertamos desse corpo e nos sentimos extremamente à vontade e livres. É como se tirássemos das costas um grande peso. Como isto é leve e livre!

Independente de sermos espertos ou lerdos, bons ou maus, todos nós temos de encarar a morte. A morte não é uma questão de se, mas uma questão de quando e de como.

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A TERRA PEDE SOCORRO

SOS – Lagoa da Pampulha, upload feito originalmente por André Corrêa ;) .

Não é de hoje que estamos sendo alertados sobre os perigos que nosso planeta está passando. Aquecimento global, contaminação das águas dos rios e oceanos, degelo das áreas polares, queimadas e muitos outros desastres ambientais. Aqui em minha cidade, Belo Horizonte, tem ocorrido fortíssimas e freqüentes chuvas , causando mortes, e perdas em toda sociedade. Mas, não é hora de sair procurando culpados. É hora de agir, cessar a causa desses desastres, e recorrer a caminhos sustentáveis e de regeneração.
Necessitamos com urgência de uma visão compartilhada de valores básicos para proporcionar um fundamento ético à comunidade mundial emergente. Portanto, juntos na esperança, afirmamos os seguintes princípios, todos interdependentes, visando um modo de vida sustentável como critério comum, através dos quais a conduta de todos os indivíduos, organizações, empresas, governos, e instituições transnacionais será guiada e avaliada.

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A Miséria na Terra ~

O “Prato Vazio” é o símbolo da Miséria na Terra

Inúmeros índices são utilizados para medir o índice de pobreza no mundo. O Banco Mundial define a pobreza extrema aquela em que o indivíduo sobrevive com menos de 01 dólar por dia. Estima-se que 01 bilhão e 100 milhões de pessoas em todo o mundo tenham consumo inferior à 1dólar/dia.

Dos 183,9 milhões de habitante do Brasil, 9,3% se encontram no Índice de Pobreza Humano (IPH). O índice é representa as carências quanto ao desenvolvimento humano relativos ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).

Apesar dos inúmeros programas do governo brasileiro, como a Bolsa-Família ou o instinto programa Fome Zero, a situação Brasileira não mudou muito com o anos. A mortalidade infantil ainda continua alta: no Brasil, são 25,6 mortes para cada mil nascimentos, enquanto em países desenvolvidos esse número cai para 5 mortes para cada mil nascimentos.

Segundo o IPEA, o Distrito Federal apresenta a maior renda per capita do país: mais que o dobro da média nacional. Já o IBGE, classifica a capital capixaba com a maior renda per capita no Brasil.

O relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a qualidade de vida, mostra o Brasil na 69ª posição. Países como Cuba, México e Uruguai estão na frente do Brasil. Entretanto, o país considerado pior para se morar é Níger na África, na 177ª posição. Acima dele estão estão Serra Leoa, Mali, Burkina Fasso, Guiné-Bissau, República Centro-Africana, Chade, Etiópia, Burundi, Moçambique e República Democrática do Congo, que ficou no 167o lugar.   Para a ONU os países africanos estão no final da lista devido a propagação da AIDS.

Aparecida

Imagine uma criança com menos de 1 ano de vida morar em um acampamento na Capital Federal junto a sujeira, lixo, fezes, urina, resto de comida e estar sujeito a contrair doenças transmitidas por ratos (como a Leptospirose).

Imagine ter que pedir dinheiro na rua para comprar medicamentos e alimentos. Em muitos casos, esse dinheiro é usado para a compra de bebidas alcoólicas. Esses casos não são  incomuns. É fácil encontrar histórias comuns ao se andar pelas áreas verdes da cidade.

Aparecida é uma garotinha linda, com olhos verdes e super-simpática. Com seus poucos meses de vida já passa por toda essa situação descrita acima. Seus pais vieram de Feira de Santana a pé para tentar a vida em Brasília. Acreditaram que na capital poderiam crescer e conseguir algo melhor.  Existem milhares de brasileiros que vivem em situações como a de Aparecida e sua família

No final de 2008, o jornal Correio Braziliense publicou uma série de matérias sobre a prostituição infantil. Garotas de 13 e 14 anos na rodoviária da Capital usadas como objetos sexuais em plena luz do dia. O pouco dinheiro ganho (R$ 5,00) em muitos casos é para conseguir alimento e ajudar a família.

O Governo da Capital espalhou cartazes sobre a prostituição infantil (crime) e intensificou o policiamento durante pouco tempo. Depois de menos de um mês, já existem famílias que moram na rodoviária. Lá é onde as mulheres têm seus filhos e onde os pais a educam. É lá também onde as crianças ainda são abusas sexualmente em frente ao palácio que rege o governo do nosso país.

O que poderia ser feito para melhorar a vida dessas pessoas? Não adianta apenas a dar comida… Como a vovó diria “é preciso ensinar a pescar e não dar o peixe”.  É preciso de incentivo do governo a educação e planos de moradia. No Brasil, o saneamento básico atinge apenas a 75% do território nacional, enquanto em países a Coréia do Sul, esse índice é de 91%.

Arte de Rua

Em Pirenópolis, um artista local expôs suas obras pela cidade mostrando a vida de menores abandonados. O trabalho de Da Rua é contemporâneo. Em uma pequena galeria ele expõe pinturas em quadros e esculturas. Já em prédios abandonados pequenas populações de estátuas de gesso representam os jovens moradores de rua.

Texto: Karina Viveiros
Fotografias: André Corrêa

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A Terra – O Blog em Vídeo!

[youtube=http://br.youtube.com/watch?v=4VV92eK3w5w&w=490]

A partir de hoje, todos os leitores que acessarem o Blog pelo endereço www.aterra.com.br verão esse vídeo como à abertura do site! O vídeo tem 1m e 40s, e foi pensado para ser uma apresentação do blog para você, leitor! Eu espero que com ele vocês entrem mais no clima do Blog, que prometo trazer muitas novidades nesse novo ano! O vídeo contém trechos de filmagens dos canais da National Geographic e Discovery Channel, dois canais que inspiram meu trabalho como fotógrafo. Estou com vários projetos para o Blog esse ano, um deles é trazer para vocês míni-documentários e reportagens sobre o mundo que me cerca. Nada grandioso no sentido de viagens exóticas, mas tenho certeza que conseguirei bastante fotografias e histórias interessantes da Terra ao meu redor.

À todos um Feliz Ano de 2009!

Que todos seres possam ser felizes e encontrar a causa da felicidade!

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