Make off! – Ensaio: Coloque uma criança na rua!
Fala pessoal! Acabei de receber as fotos que minha amiga Rachel Montenegro (Designer) fez enquanto eu fotografava a mulecada na favela! Ficaram emocionantes! Mais uma vez, o sorriso gigante da Ingrid está em cena!!




Coloque um muleque na rua ;D
Sim, coloque um muleque na rua… Esse é o slogam de uma campanha muito legal, realizado por um centro evangélico localizado bem no centro de uma favela, aqui em BH. Muitas pessoas critícam muito essa religião, mas não sabem realmente o quão ela é importante pra nossa sociedade. De todas, a religião evangélica é a mais infiltrada nas favelas do BRASIL, e intervem positivamente na comunidade local mais do que qualquer outra instituição municipal/estadual/federal ou religiosa. E esse projeto é mais uma prova disso. O Trabalho deles é transformarem crianças de rua em verdadeiros atletas de maratona! No projeto, as crianças recebem muito carinho, ensino religioso, comida e um treinamento profissional além de terem a oportunidade de viajar o país correndo atrás de maratonas! Aos que vivem críticando os evangélicos, repessem o que realmente deve ser criticado.




Nas Feiras a gente encontra…

CD Pirata!

Cata-Ventos e outros brinquedinhos!

Franguinho de ponta-cabeça!
Sobre o Mel, as Flores.

Não sou biólogo, nem quero me arriscar nesta área. Mas ainda me lembro das minhas aulas de biologia no colegial, hehe. Como amante da natureza, entendo as abelhas como um dos insetos mais importantes da Terra. Um inseto extremamente pacífico uma vez que não precisa matar para se alimentar o que, do meu ponto de vista, favorece bastante um comportamento amigável. Por mais que elas tenham ferrões em seus corpos, isso não faz delas seres peçonhentos, já que só o usam para se defender quando se sentem ameaçadas. Mesmos nos humanos somos cheios de ferrões (invisíveis), já abelhas possuem apenas um. Além disso, as abelhas fazem um trabalho fundamental na manutenção da vida na Terra. Um trabalho louvável que além de manter viva a própria espécie, contribui para a disseminação e reprodução de outras. Coisa que nós humanos deveríamos aprender com elas.
Não sei se vocês já viram um desenho animado da DreamWorks que se chama “A História de uma Abelha”. Vale muito a pena ver! Estou notando que os desenhos animados estão cada vez mais interessantes e servindo para conscientizar as novas gerações (e as velhas) do mundo que precisarão salvar! Abaixo segue o trailer do filme.
[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=puXINdXQgRo]


A Morte, o melhor momento para meditar ~
Há duas semanas atrás, participei de outro retiro budista, em Casa Branca (MG). Novamente, o assunto principal era a morte. No Budismo, essa temática é essencial. Ouvi muitos ensinamentos preciosos expostos pela Lama Khadro. O Tema é tão intrigante, que resolvi fazer um compilado de textos a cerca do mesmo assunto. Espero que vocês possam compreender a essência de cada palavra escrita abaixo, e que possam pensar de forma positiva sobre a morte, a partir de agora. As fotos que seguem, ilustram o clima em que ensinamentos assim são expostos no templo. Que todos os seres possam se beneficiar.
Chagdud Khadro abençoando um Mala, upload feito originalmente por André Corrêa
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Ironicamente, podemos descobrir que meditar sobre a morte não é, em nenhum sentido, um exercício mórbido.

O que fazer quando alguém morrer?!
Quando um ser humano ou animal morre em nossa presença, devemos deixar de lado o choque, o pesar e outras emoções ou atividades que nos distraiam e pensar: “Este momento após a morte é uma oportunidade de liberação. Agora, vou oferecer o meu apoio nesta transição.” Devemos ter confiança nas bênçãos da nossa linhagem espiritual, na nossa compaixão, nos meios hábeis da nossa meditação e no carma positivo do falecido. O próprio fato de estarmos presentes em tal momento indica uma interdependência cármica. Assim, buscamos refúgio e invocamos o poder de nossa intenção e treinamento espirituais.
Se possível, bata de leve no chacra da coroa do falecido para direcionar a consciência sutil para cima. Evite tocar em outras áreas do corpo, especialmente nas solas dos pés, para evitar um movimento desfavorável da consciência para baixo. Contudo, se você não puder evitar que outros manipulem o corpo, não perca tempo com discussões. Ao invés disso, ponha em prática o seu método com atenção total.
A audição é o último dos sentidos a parar de funcionar, por isso é útil sussurrar no ouvido do falecido: “Agora que você respirou pela última vez, direcione a sua mente para a natureza absoluta de sabedoria e compaixão.” Também é benéfico sussurrar mantras, especialmente o mantra de Amitaba ou o mantra darani longo de Akshobia, logo após o último suspiro. Se a pessoa não for budista, talvez seja preferível fazer uma recitação mental, silenciosa.
Se você tiver feito o treinamento do Powa dos Três Reconhecimentos de Amitaba, deve iniciar a prática de transferência o mais cedo possível. Assim como a recitação de mantra, a prática de Powa pode ser feita baixinho ou em silêncio, ou, se for apropriado, até em um outro quarto.
Também é muito eficaz fazer a meditação de Tara Vermelha para os falecidos, incluída na prática concisa de Tara Vermelha. Essa prática, escrita por S.Ema. Chagdud Tulku Rinpoche, é uma prática de transferência no sentido de que através dela fundimos a consciência do falecido com a mente iluminada de Tara, que tem presente, acima de sua cabeça, Amitaba, o senhor da família Lótus. Contudo, para fazer essa prática é preciso ter a iniciação de Tara Vermelha.
Muitas sadanas longas contêm preces especiais para a transição do momento da morte que não requerem iniciação. No final da sadana de Powa, há uma prece a Amitaba; no final da Chuva de Bênçãos, há a “Ieshe Sanglam” a Guru Rinpoche. Será muito útil memorizar ou ter sempre consigo tais preces, pois não há como prever quando precisaremos delas.
As preces ao guru e à deidade meditacional apóiam a transição do falecido ao rodeá-lo com um ambiente de fenômenos puros. A dedicação do mérito gerado pela prática cria ainda mais benefícios.
No momento da morte podemos delegar a tarefa de avisar os mentores espirituais, amigos ou parentes, para que possamos nos concentrar na prática. O momento da morte pode provocar muita atividade, e nós, como praticantes, precisamos nos focar nas prioridades e oferecer aquilo que possa trazer maior benefício.




Independente de sermos espertos ou lerdos, bons ou maus, todos nós temos de encarar a morte. A morte não é uma questão de se, mas uma questão de quando e de como.
A TERRA PEDE SOCORRO
SOS – Lagoa da Pampulha, upload feito originalmente por André Corrêa
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O Santuário do Caraça ~
Guardado pelas matas e montanhas mineiras, encontra-se o Santuário do Caraça. Para mim, um dos lugares mais belos do Planeta Terra. – por André Corrêa

- Vitral da Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens – Santuário do Caraça
Propriedade da Igreja Católica, o Santuário do Caraça foi fundado em 1774 para ser uma Casa de Hospedagem para a acolhida de peregrinos e visitantes, que quisessem, principalmente, se converter e mudar os rumos de sua vida.

- Vitral da Igreja Nossa Senhora Mãe dos Homens – Santuário do Caraça
Hoje conta com mais de 40 apartamentos e quartos, além de algumas casas, com acomodações mais simples, para a hospedagem de até 180 pessoas. Suas diárias são com pensão completa, isto é, com direito a café da manhã, almoço e jantar, além da entrada na Reserva Natural.
A Caminho de Bocaina

Bocaina é uma das cachoeiras da Reserva Natural do Santuário do Caraça. Sua trilha mede em média 5 Km e se vai até lá tomando o caminho da Cascatinha, no estacionamento dos visitantes. Até a cachoeira, muitos desafios e barreiras são encontrados. Pinguelas, Rios, Barreiro, Pontes frágeis e muitos outros obstáculos dão um sabor especial a caminhada que, certamente, é recompensada com a cachoeira no fim da trilha.

- Garganta do Gigante – Serra do Espinhaço
A Bocaina encontra-se entre o Pico do Inficionado e a Caraça. É um grande desfiladeiro, neste contraforte da Serra do Espinhaço. É a Bocaina que propriamente nomeou o Caraça como tal. Em tupi-guarani, caraça é desfiladeiro ou, como hoje dizemos, bocaina, uma grande depressão situada numa serra.
Bocaina, além da beleza das montanhas e dos campos por onde se passa, oferece uma série de quedas d’água, piscinas naturais e córregos para o descanso e o lazer. No tempo da seca, a trilha pode ser feita com certa facilidade, apesar da distância. Já no tempo das chuvas, a trilha fica um pouco prejudicada, além de às vezes não ser possível atravessar o rio.

- Trilha de Bocaina
Então, cada vez mais que nos aproximamos da cachoeira, percebo a grandiosidade deste Santuário. Um verdadeiro Templo natural. Repleto de Vida, Força e Paz.

- Borboleta pousa nas mãos de Lucas
Bocaina
Sem grandes quedas, a cachoeira Bocaina tem um visual espetacular com suas águas frias e avermelhadas. Apesar de sua queda ter apenas, aproximadamente, de 10 metros, a força da correnteza é grande devido ao volume de aguá que cai. Mas nada que coloque em risco quem deseja refrescar-se na queda.

- Cachoeira Bocaina

- Detalhes da Cachoeira
“A Bocaina é situada onde se apertam as serras do Inficionado e da Caraça. É um canal de onde sai o córrego que tomou o seu nome. Um passeio estreito, com pouca frente e muito fundo. Um desfiladeiro úmido e intransitável onde habitam a Noite, o Frio e o Pavor. Onde se treme de sustos e calafrios. Onde uma ave de rapina de tamanho descomunal saúda o visitante, corvejando: ‘Te pego, rapaz, rapaz, rapaz”. Um rio subterrâneo e infernal, onde as águas são turvas e pretas. A Bocaina é um Estígio. Um passeio à Bocaina é um passeio ao outro mundo”.
Padre Pedro Sarneel, C.M.
Guia Sentimental do Caraça, 1953
Contudo, Bocaina guarda com suas águas lugares fantásticos. Mas apenas os mais aventureiros conseguem chegar. Definitivamente, não aconselho ninguém a explorar sozinho o Caraça. Nesta ocasião, contávamos com um guia, que nos levou a esses lugares especiais da Serra do Caraça. Sempre que vier ao Caraça, avise sua família e na portaria do caraça deixe registrado qual a trilha você ira fazer. No caraça não é permitido acampar e a visitação a reserva natural termina as 17:00.
A Gruta de Bocaina
Escuridão. Repleta de sombras, a Gruta de Bocaina se guarda entre as águas da Garganta do Gigante na Serra do Espinhaço. Pouco antes da Gruta existe um “mini canion” onde a parada é obrigatória para admirar e fotografar sentado à beira de um paredão negativo.

Lucas observa o véu do "mini canion" da Gruta

Véu do "mini canion" Gruta
Entrar dentro da gruta sem os equipamentos de segurança e iluminação adequados é muito perigoso. Ainda assim, nos arricamos, apenas porque nosso guia conhecia cada canto da gruta. Munidos de apenas algumas lanternas, adentramos à Gruta. O primeiro salão é amplo e nota-se a presença de um rio em seu interior, que, aliás, percorre quase toda a extensão da Gruta. Prosseguindo por um corredor estreito, que vai se afunilando até caber apenas uma pessoa, chega-se ao segundo salão, onde há uma pequena queda d’água. Para experimentar e absorver a energia do lugar é essencial apagar as lanternas, ouvir o som das águas, sentir o microclima ambiente e meditar e foi o que fizemos. Sentamos em uma Rocha da Gruta, desligamos nossas lanternas, e ficamos escutando o som das aguas na completa escuridão da Gruta. Uma experiência única! Lucas ainda se arrisca em banhar na completa escuridão. Ele não conseguia segurar seu espirito primitivo de aventuras.

Lightpaint feito dentro da Gruta Bocaina

Gruta de Bocaina
Em fim, saímos da gruta para completar nosso passeio.
Ainda nos faltava conhecer um lugar muito especial do Caraça.
O Templo do Santuário do Caraça

O Coração do Santuário do Caraça
Seguindo contra as correntezas dos rios que enchem Bocaina, encontra-se o verdadeiro Templo do Caraça. Um lugar impar, sem igual e guardado por toda a Natureza. São poucos na Terra que chegaram a conhecer pessoalmente esse pequeno paraíso.

Caminhada entre rios e pedras
Simplesmente não há palavras que descrevam o verdadeiro coração do Santuário do Caraça. Espero que minhas fotografias passem pelo menos uma idéia de quão perfeito é o Caraça.
Guará, o Lobo Vermelho
O Guará possui o corpo todo dourado; as patas e os pelos da nuca pretos; a cauda, o papo e um pouco do rosto brancos. É branco também o pavilhão das orelhas, que se movimentam como um radar, captando todos os sons e movimentos.

Guará em tupi-guarani, a língua dos indígenas, significa “vermelho”.
É o maior canídeo da América do Sul, sendo encontrado desde o sul da Amazônia até o Uruguai. É canídeo, ou seja, da família do cachorro, do cachorro-do-mato, do coiote, do chacal, da raposa e do lobo europeu, estadunidense e canadense, o Canis lupus. E é o maior canídeo da América do Sul medindo da ponta do focinho até a ponta do rabo, 1,45m.
Certa vez, em maio de 1982, quando algumas lixeiras do Santuário começaram a aparecer reviradas o Irmão Thomaz, que vive hoje em Belo Horizonte, falou ao Padre Tobias, superior de então, que algum cachorro estava aprontando a bagunça. Padre Tobias achou muito difícil, porque nenhum cachorro subiria a serra com tanta freqüência. Começaram a observar e descobriram que o grande cachorro que revirava as lixeiras do Santuário do Caraça era o Lobo Guará. Desde então, os padres sempre colocam uma bandeja com carne em frente a Igreja para alimentar os Guarás. Todas as noites os visitantes podem apreciar a imponência e elegância deste belo animal.


Maiores Informaçòes sobre o Caraça:
http://www.santuariodocaraca.com.br/
A Miséria na Terra ~

- O “Prato Vazio” é o símbolo da Miséria na Terra
Inúmeros índices são utilizados para medir o índice de pobreza no mundo. O Banco Mundial define a pobreza extrema aquela em que o indivíduo sobrevive com menos de 01 dólar por dia. Estima-se que 01 bilhão e 100 milhões de pessoas em todo o mundo tenham consumo inferior à 1dólar/dia.
Dos 183,9 milhões de habitante do Brasil, 9,3% se encontram no Índice de Pobreza Humano (IPH). O índice é representa as carências quanto ao desenvolvimento humano relativos ao IDH (Índice de Desenvolvimento Humano).
Apesar dos inúmeros programas do governo brasileiro, como a Bolsa-Família ou o instinto programa Fome Zero, a situação Brasileira não mudou muito com o anos. A mortalidade infantil ainda continua alta: no Brasil, são 25,6 mortes para cada mil nascimentos, enquanto em países desenvolvidos esse número cai para 5 mortes para cada mil nascimentos.
Segundo o IPEA, o Distrito Federal apresenta a maior renda per capita do país: mais que o dobro da média nacional. Já o IBGE, classifica a capital capixaba com a maior renda per capita no Brasil.
O relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre a qualidade de vida, mostra o Brasil na 69ª posição. Países como Cuba, México e Uruguai estão na frente do Brasil. Entretanto, o país considerado pior para se morar é Níger na África, na 177ª posição. Acima dele estão estão Serra Leoa, Mali, Burkina Fasso, Guiné-Bissau, República Centro-Africana, Chade, Etiópia, Burundi, Moçambique e República Democrática do Congo, que ficou no 167o lugar. Para a ONU os países africanos estão no final da lista devido a propagação da AIDS.
Aparecida
Imagine uma criança com menos de 1 ano de vida morar em um acampamento na Capital Federal junto a sujeira, lixo, fezes, urina, resto de comida e estar sujeito a contrair doenças transmitidas por ratos (como a Leptospirose).
Imagine ter que pedir dinheiro na rua para comprar medicamentos e alimentos. Em muitos casos, esse dinheiro é usado para a compra de bebidas alcoólicas. Esses casos não são incomuns. É fácil encontrar histórias comuns ao se andar pelas áreas verdes da cidade.
Aparecida é uma garotinha linda, com olhos verdes e super-simpática. Com seus poucos meses de vida já passa por toda essa situação descrita acima. Seus pais vieram de Feira de Santana a pé para tentar a vida em Brasília. Acreditaram que na capital poderiam crescer e conseguir algo melhor. Existem milhares de brasileiros que vivem em situações como a de Aparecida e sua família
No final de 2008, o jornal Correio Braziliense publicou uma série de matérias sobre a prostituição infantil. Garotas de 13 e 14 anos na rodoviária da Capital usadas como objetos sexuais em plena luz do dia. O pouco dinheiro ganho (R$ 5,00) em muitos casos é para conseguir alimento e ajudar a família.
O Governo da Capital espalhou cartazes sobre a prostituição infantil (crime) e intensificou o policiamento durante pouco tempo. Depois de menos de um mês, já existem famílias que moram na rodoviária. Lá é onde as mulheres têm seus filhos e onde os pais a educam. É lá também onde as crianças ainda são abusas sexualmente em frente ao palácio que rege o governo do nosso país.
O que poderia ser feito para melhorar a vida dessas pessoas? Não adianta apenas a dar comida… Como a vovó diria “é preciso ensinar a pescar e não dar o peixe”. É preciso de incentivo do governo a educação e planos de moradia. No Brasil, o saneamento básico atinge apenas a 75% do território nacional, enquanto em países a Coréia do Sul, esse índice é de 91%.
Arte de Rua
Em Pirenópolis, um artista local expôs suas obras pela cidade mostrando a vida de menores abandonados. O trabalho de Da Rua é contemporâneo. Em uma pequena galeria ele expõe pinturas em quadros e esculturas. Já em prédios abandonados pequenas populações de estátuas de gesso representam os jovens moradores de rua.
Texto: Karina Viveiros
Fotografias: André Corrêa
Nos campos de Terra ~
Chuteira, upload feito originalmente por André Corrêa Seu nome é Eduardo…

Ele é goleiro titular do time Estrela Futebol Clube - Sobradinho, DF. Como ele, milhares de outros garotos sonham em jogar em algum grande time Brasileiro ou Europeu e claro, na nossa Seleção. O Futebol para ele é mais do que um esporte ou lazer. É um sonho.

O time chega cedo para o Treino. No dia seguinte acontecerá o primeiro jogo do ano no Campeonato regional. Acabaram as férias.

O treinador cumprimenta sua equipe e todos vão para suas posições. Eduardo veste suas luvas. Ele sabe que o treino é tão importante como a final de um campeonato.

O treinador da as primeiras instruções e inicia o treino. A primeira jogada será pela lateral. Eduardo deve interceptar os cruzamentos e defender as bolas que a zaga não conseguir desarmar.

O Goleiro é o único jogador que tem toda visão do jogo. Em sua área é ele quem deve colocar e ordenar seus companheiros para armar a melhor defesa. Essa é a visão de Eduardo, o camisa numero um.
Já nas primeiras jogadas Eduardo mostra familiaridade com o gol e com o time.
Pula no angulo para defender a cabeçada!
Segura firme a bola rasteira…
E lança muito bem a bola!
Mais um ataque esta por vir, o treinador pede mais concentração e atenção de seus atacantes e que toquem mais rápido a bola para aquele que estiver livre de marcação.
É feito o lançamento…
Eduardo arma a zaga…
Todos correm em direção a bola e…


A bola passa por Eduardo. É gol.
Ele se levanta…
Olha para o gol…
Verifica a rede…

E retorna ao treino.

Eduardo é só mais um garoto com o sonho de ser um grande jogador de futebol. Talves não venha jogar futebol profissionalmente, afinal, são poucos que conseguem. Mas para ele, hoje, o futebol é seu sonho!
A Terra – O Blog em Vídeo!
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A partir de hoje, todos os leitores que acessarem o Blog pelo endereço www.aterra.com.br verão esse vídeo como à abertura do site! O vídeo tem 1m e 40s, e foi pensado para ser uma apresentação do blog para você, leitor! Eu espero que com ele vocês entrem mais no clima do Blog, que prometo trazer muitas novidades nesse novo ano! O vídeo contém trechos de filmagens dos canais da National Geographic e Discovery Channel, dois canais que inspiram meu trabalho como fotógrafo. Estou com vários projetos para o Blog esse ano, um deles é trazer para vocês míni-documentários e reportagens sobre o mundo que me cerca. Nada grandioso no sentido de viagens exóticas, mas tenho certeza que conseguirei bastante fotografias e histórias interessantes da Terra ao meu redor.
À todos um Feliz Ano de 2009!
Que todos seres possam ser felizes e encontrar a causa da felicidade!













